Mulheres e memória
Quem aparece quando contamos a história de Salesópolis? Com o Café com as Ditas e a série “Tinha que ser mulher”, abrimos espaço para as trajetórias, os saberes e as lutas das mulheres que constroem a cidade.
Quem aparece quando contamos a história de Salesópolis? Com o Café com as Ditas e a série “Tinha que ser mulher”, abrimos espaço para as trajetórias, os saberes e as lutas das mulheres que constroem a cidade.
O primeiro encontro aconteceu em março de 2026, no contexto do 8 de Março. Reuniu roda de conversa, música, criação e oficinas para lembrar mulheres da cidade e falar dos desafios de ser mulher hoje: identidade, assédio, reconhecimento, estudo, trabalho e participação nos espaços públicos.
A programação teve kokedama, artesanato do Hoje Tá Pra Arte e música com Bárbara e Bruna Sandoval. O encontro também acolheu crianças com atividades de desenho e memória. Veja o registro do primeiro Café.
A série compartilha histórias de mulheres que ajudaram a construir Salesópolis e que nem sempre aparecem nos registros oficiais. A primeira edição apresentou Dita Parente, Adelina Barroso, Maria Carlito, Maria de Lourdes Gonçalves de Toledo e Dona Juliana, aproximando memória, educação, cuidado e saberes populares.
O projeto é contínuo e recebe contribuições de moradores. Conhece uma história que precisa ser contada? Compartilhe conosco. Conheça a proposta da série.
Você pode sugerir uma homenagem, compartilhar lembranças e registros, propor uma oficina ou colaborar nos próximos encontros. Fale com o Colina e acompanhe os convites na agenda.